Fragmentos de Paisagens "Particulares"

segunda-feira, abril 06, 2015


O artista plástico Jorge Mayet, esculpe paisagens em miniatura que se parecem ilhas flutuantes que se fragmentam no ar. As pequenas obras, quando expostas contra as rígidas paredes brancas das galerias, reforçam a impressão de que cada paisagem resulta de fragmentos como estilhaços do solo através de uma explosão.


Enquanto pairam no ar, raízes e torrões de terra flutuam abaixo de uma superfície verde exuberantemente gramada como base para cenários compostos por casas, árvores, etc., entre algumas cenas pacíficas e outras onde o indício de tranqüilidade passa longe. Para criar esses fragmentos de mundos soltos no espaço, Mayet utiliza uma ampla variedade de materiais como esponjas pintadas em tons de verdes, papel machê, arame, tecidos, etc.

A observação da obra de Mayet remete a sensações de separação, destruição, ruína e isolamento, temas que não são otimistas, mas que, segundo o artista, não existem na criação de suas obras, cuja intenção é passar a idéia de que as explosões fazem com que fragmentos soltos se juntem a outros pontos, permitindo que nossos horizontes de expandam e com isso possamos viajar para lugares novos. Sem dúvida um ponto de vista bem particular, mas como a arte pode ter muitos significados diferentes para cada pessoa, cabe a cada um escolher o seu.


Mayet deixou país, Cuba, há 22 anos para explorar o mundo, mas nunca esqueceu suas raízes que, parecem acompanha-lo através das suas obras, como se fossem metáforas sobre sua terra natal lembrando que onde for que ele vá suas raízes estarão sempre com ele.

Veja as obras que selecionei para sua apreciação e inspiração...







Saib amais sobre o artista e sua Obra AQUI

Precisamos das raízes: existe um lugar no mundo onde nascemos, onde aprendemos uma língua, descobrimos como nossos antepassados superavam seus problemas. Em um dado momento, passamos a ser responsáveis por este lugar. Precisamos das asas. Elas nos mostram os horizontes sem fim da imaginação, nos levam até nossos sonhos, nos conduzem a lugares distantes. São as asas que nos permitem conhecer as raízes de nossos semelhantes, e aprender com eles.

Benditos os que têm asas e raízes...

Paulo Coelho

Abraços,
Sejamos Felizes!

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Fonte: mymodernmet; facebook do artista.

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"Eu agradeço pelas inúmeras vezes que você me enxergou melhor do que eu sou... Pela capacidade de me olhar mais devagar... já que muita gente já me olhou depressa demais. Olhe devagar cada coisa. Aceita o desafio de ver o que a multidão não viu. Entre cascalhos disformes, estranhos diamantes sobrevivem solitários. É bom ter amigos. Eles são pontes que nos fazem chegar aos lugares mais distantes de nós mesmos. A beleza anda de braços dados com a simplicidade. Basta observar a lógica silenciosa que prevalece nos jardins."
(Pe. Fabio de Melo)