Cultivando o Equilíbrio

quinta-feira, julho 17, 2014


O movimento da vida se assemelha a uma onda, com seus picos e seus vales. Ora você está no pico, ora está no vale. Em um momento você está triste, noutro está alegre. Então, quando puder ser o mesmo, tanto na alegria quanto na tristeza; tanto no dia como na noite, você terá adquirido o estado de equanimidade mental que lhe permite observar o transitório sem se identificar. Esse é o seu trabalho.

(Sri Prem Baba)


A equanimidade é a virtude que nos permite manter a serenidade mental, emocional e energética criando um estado de verdadeiro equilíbrio vibracional. E, segundo Mautama Krishnarabi, através da expressão de um estado de espírito de paz e consciência elevada, a equanimidade é a virtude que faz com que possamos nos manter estáveis, livre das turbulências emocionais, mantendo uma atitude de equilíbrio constante perante todos os desafios.

Com equanimidade, somos capazes de vivenciar a imparcialidade até mesmo nas mais difíceis situações, e podemos nos expressar com energia serena, mantendo o completo equilíbrio e clareza nas ações.



Mas como desenvolver a equanimidade?


Para desenvolver a equanimidade é preciso saber aquietar a mente para aliviar o coração. Isso não é tarefa fácil, não vou negar, mas também não é impossível e todo esforço nesse sentido vale muito a pena.  A minha experiência pessoal, através da contemplação da Natureza e da meditação, me possibilitou alcançar muitos benefícios como a desaceleração da mente e o controle dos pensamentos (principalmente os negativos), diminuindo a ansiedade e aumentando meu auto conhecimento. E, como compartilho aqui no Blog somente o que admiro e acredito, asseguro que esta prática pode trazer muitos benefícios a todos nós que sofremos as angústias e as dificuldades em lidar com uma vida que nos cerca com incertezas e temores.


A palavra meditação em Sânscrito é "bhavana", e significa cultivar, assim como um agricultor cultiva a terra para semear e ter o alimento que não está lá pronto a sua espera. É preciso trabalho, dedicação e cuidado para se obter uma boa colheita. Aí está mais um ensinamento que a Natureza nos oferece: "ao invés de sairmos tentando a todo o custo encontrar alguma felicidade externa já pronta, nós devemos cultivá-la através do equilíbrio e da serenidade, dentro dos nossos próprios corações e mentes".

Cultivar o equilíbrio e a serenidade para lidar com quaisquer circunstâncias externas a nós, requer muita atenção, muito cuidado, dá trabalho, mas vale a pena, pois é o mesmo que cultivar "felicidade". E quem não quer ser feliz?


Quer saber mais sobre?

  • Como Cultivar o Equilibrio Emocional?  
  • Como nossos desejos e impulsos afetam nosso bem-estar emocional?
  • Como a desatenção afeta nossas mentes?
  • Que impactos têm os pensamentos negativos?
  • Como podemos corrigir os desequilíbrios emocionais?
  • Como podemos cultivar o equilíbrio mental e emocional em nossas vidas?

Assista o vídeo onde o Prof. Alan Wallace nos oferece elementos 

Abraços,
Sejamos Felizes!


Lembrou de alguém que gostaria desse post? Espalhe essa idéia! Compartilhe!


Imagens: Web

Leia também!

0 comentários

Todo comentário construtivo é bem vindo.
No entanto, comentários ofensivos, preconceituosos, mal educados ou incompreensíveis, serão apagados.
Comentários que sejam spam ou propaganda, que não tenham a ver com o conteúdo do post ou do blog, também serão apagados.
Se quiser contratar um serviço, utilize a página de Contato.

Obrigada pela visita!

Google Plus

Like us on Facebook

Quote do dia

"Eu agradeço pelas inúmeras vezes que você me enxergou melhor do que eu sou... Pela capacidade de me olhar mais devagar... já que muita gente já me olhou depressa demais. Olhe devagar cada coisa. Aceita o desafio de ver o que a multidão não viu. Entre cascalhos disformes, estranhos diamantes sobrevivem solitários. É bom ter amigos. Eles são pontes que nos fazem chegar aos lugares mais distantes de nós mesmos. A beleza anda de braços dados com a simplicidade. Basta observar a lógica silenciosa que prevalece nos jardins."
(Pe. Fabio de Melo)