Bonsai e flores lançados no espaço

quarta-feira, julho 23, 2014



E não é qualquer espaço... O projeto do artista japonês Makoto Azuma na arte do Bonsai, é literalmente de outro mundo. Ou é pelo menos, o que ele quer provar... Tanto que no dia 15 de julho, ele juntamente com sua equipe, se aventurou no Black Rock Desert de Nevada, para lançar dois objetos no espaço, um com um Bonsai de Pinheiro branco com 50 anos de idade suspenso em uma estrutura de metal, e o outro, um arranjo floral com hortênsias, lírios, orquídeas, Íris e outras flores também suspenso em estrutura de metal.



Para executar a Missão, denominada por Exobiotanica, Makoto contou com a colaboração da JP Aerospace, uma organização de voluntários que constroem e enviam embarcações em órbita. Trabalhando a partir do meio da noite até o amanhecer, a equipe garantiu que as plantas apoiadas em dispositivos leves, fossem penduradas em balões de Hélio, depois de prenderem dispositivos de rastreamentos, câmeras fotográficas e câmeras de vídeo GroPro para gravar o vôo espacial único no qual, o Bonsai e o arranjo floral foram lançados para estratosfera, subindo a alturas incriveis de 91.800 pés (27,98 Km) e 80.000 pés (26,51 Km), respectivamente. Embora os vasos tenham sido recuperados a cinco milhas do local do lançamento, as plantas estavam longe de serem encontradas, deixando apenas para a nossa imaginação,  pontas de pinheiro e pétalas de flores flutuando silenciosamente acima do Planeta.



Em seu site Makoto descreveu sua experiência com a missão de exploração da vida, com beleza e liberdade da seguinte forma:

"Plantas na terra enraizadas no solo, sob o comando de gravidade Roots, do solo e da gravidade, dando-se a links para a vida, que tipo de beleza deve nascer? Dentro da dura "Natureza", a uma altitude de 30.000 metros e menos de 50 graus celsius, as plantas evoluem para a Exobiota (vida extra terrestre). Um pinheiro enfrenta a linha do cume da terra. Um buquê de flores marchando em direção ao sol atingido pelo vento intenso. Livres de tudo as plantas devem ir para o espaço."


Saiba mais sobre o Artista e sua Missão AQUI.

Makoto Azuma, é um artista que não para de surpreender o mundo com sua visão de "Arte Floral", pois sabe muito bem como manipular a Natureza e plantas, já que seu trabalho é baseado em criar arranjos florais e Bonsais, que estão sempre se superando pela qualidade artística que elevam seus trabalhos a verdadeiras obras de Arte.

"Jardins des Fleurs" é o estúdio e loja do artista sediado em Tóquio. Embora evoque associações românticas com o sul da França no nome presente na fachada da loja, em seu interior parece um laboratório cheio de objetos e instalações que remete a um centro cirurgico. Mas, o que parece a primeira vista um estúdio estéril, revela-se lentamente como um lugar projetado para as necessidades de seu material de trabalho: iluminação, umidade e temperatura são otimizadas juntamente com uma música quase imperceptível aos sentidos humanos, pois é composta para o bem-estar das flores.


Em seu livro "Enciclopédia das Flores" (lançado em inglês por Lars Muller), Azuma trabalha com seu parceiro de negócios Shiinoki, um fotógrafo botânico, a fim de explorar visualmente seus arranjos florais. Nesse livro, toda a fragilidade e metamorfose de mais de 2.000 espécies de flores são apresentadas de forma extraordinária como se fossem pura magia.

Conheça um pouco da trajetória desse artista considerado como "O Mago das Flores" AQUI.

Abraços,
Sejamos Felizes!


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Fontes: freundevonfreunden; mymodernmet; Imagens: web.

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"Eu agradeço pelas inúmeras vezes que você me enxergou melhor do que eu sou... Pela capacidade de me olhar mais devagar... já que muita gente já me olhou depressa demais. Olhe devagar cada coisa. Aceita o desafio de ver o que a multidão não viu. Entre cascalhos disformes, estranhos diamantes sobrevivem solitários. É bom ter amigos. Eles são pontes que nos fazem chegar aos lugares mais distantes de nós mesmos. A beleza anda de braços dados com a simplicidade. Basta observar a lógica silenciosa que prevalece nos jardins."
(Pe. Fabio de Melo)