Mandalas de Flores - Kathy Klein

sábado, março 15, 2014




A beleza das mandalas inspiraram na artista Kathy Klein o sentimento de gratidão e amor que ela sempre quiz distribuir à todas as pessoas do mundo. Durante muito tempo, Kathy Klein, se dedicou na busca de um propósito que desse à sua vida, um sentido mais significativo. Até que uma inspiração ocorreu de forma sincera e profunda, levando-a pedir à Deus, auxilio para encontrar o caminho certo para fazer com que seu objetivo se realizasse. Kathy conta que a resposta surgiu através de suas meditações:

"Durante uma semana, as mandalas apareceram em minha mente, enquanto meditava. No oitavo dia, acordei e olhei para as berinjelas, pimentas e tomates que eu e meu marido havíamos plantado. De alguma forma eu quis exaltar as cores desses vegetais. Foi quando surgiu a minha primeira danmala."


Danmala:  vem do védico sânscrito: o doador. Mala = guirlanda de flores. Danmala = doação de círculos de flores.


Através dessa experiência o caminho que Kathy buscava se apresentou: "Todos os dias eu procuro por folhas e flores para construir as danmalas, e enquanto as construo sinto que estou agradecendo à Deus." Através das Mandalas Kathy encontrou um meio de levar amor às pessoas e manifestar sua gratidão à Deus.


A palavra Mandala vem do sânscrito e significa circulos. A Mandala é uma das formas mais antigas que o homem encontrou para se expressar. Nas mais diversas religiões, as mandalas são usadas com vários propósitos, dentre eles, para meditações, reverenciar à Deus, transmitir sentimentos, etc. No livro C.G. Jung: Seu mito em nossa Época (Cultrix), a psicoterapeuta Marie Louise von Franz escreveu: "Buda era representado, no princípio por uma roda de 12 raios. No Ocidente, Cristo foi com freqüência retratado no centro de uma mandala. Jung descobriu o núcleo da psique, o self, também em forma de mandala".



O que todas mandalas têm em comum é um ponto central, simbolizando Deus, a partir do qual diferentes desenhos simétricos se desenvolvem e representam a totalidade, ou seja, a conexão de Deus com o todo. E é essa geometria perfeita que acalma a mente e coloca ordem nos pensamentos, como acreditava Jung.



Todos os dias Kathy sai a procura de flores e folhas para fazer suas danmalas aproveitando para seu trabalho toda a bundância destes elementos que se modificam de acordo com as estações climáticas, tanto que no inverno, suas composições são feitas com folhas secas, vagens e pinhas. Suas danmalas chegam a ter um metro e meio de diâmetro e sua execução demora de uma a três horas.




Após uma meditação, Kathy vai retirando do cesto as pétalas, flores, folhas, galhos, frutos, etc. que colheu. Observa as cores e as formas que combinam e instintivamente deixa fluir a criação. Depois de confeccionadas, seu marido, as fotografa e as coloca à disposição no site: www.danmala.com - onde estão à venda em forma de cartões, pôsteres e calendários.



Kathy cria suas danmalas em qualquer lugar onde haja Natureza, mas principalmente na fazenda onde mora com seu marido e seus dois filhos no Arizona. Depois de criá-las e registrá-las através de fotografia, as deixa para que, segundo ela, "a própria Natureza as absorva novamente."


Kathy afirma que suas danmalas são: "Reflexos do indizível, um gesto que aponta para a abundância da  vida, um verso tácido de amor. As danmalas nos lembram de ouvir a voz desconhecida da Natureza, da criação e seu eterno mistério." 



"Devemos ser gratos a Deus pelos pequenos detalhes. Nos detalhes descobrimos o valor de uma realidade. Olhar as miudezas da vida faz a diferença."

(Padre Fábio de Mello)


Beijo no coração,
Sejamos Felizes!


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Fontes: Revista Bons Fluidos - www.danmala.com - Imagens: web.

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"Eu agradeço pelas inúmeras vezes que você me enxergou melhor do que eu sou... Pela capacidade de me olhar mais devagar... já que muita gente já me olhou depressa demais. Olhe devagar cada coisa. Aceita o desafio de ver o que a multidão não viu. Entre cascalhos disformes, estranhos diamantes sobrevivem solitários. É bom ter amigos. Eles são pontes que nos fazem chegar aos lugares mais distantes de nós mesmos. A beleza anda de braços dados com a simplicidade. Basta observar a lógica silenciosa que prevalece nos jardins."
(Pe. Fabio de Melo)